A doutrina bíblica da oração
As mais belas orações da Bíblia
A oração de Jeremias - Lamentação
Leitura diária: Lamentações de Jeremias 5.19-22
Leitura da Bíblia em um ano: Isaías, capítulos 11, 12 e 13
A oração de lamentação aparece também em muitos trechos da Bíblia. Os salmos possuem muitos deles dedicados a este tipo de oração. Os profetas estão plenos de trechos em que expressam a Deus a lamentação que sentem pelo estado terrível a que chegou a nação de Israel. Um deles, Jeremias, tornou-se de tal forma intérprete deste tipo de oração que, muitos comentaristas bíblicos o designam como o "profeta chorão". A verdade é que ele teve sobejas razões para isto.
Assistindo ao declínio do reino de Israel por cerca de 40 anos, avisando sobre os percalços que estavam vindo sobre a nação e, finalmente, vivendo os dias da invasão, destruição dos muros e incêndio do templo de Jerusalém, ele tinha muito que lamentar mesmo, a ponto de separarem os compiladores bíblicos, algumas de suas orações do seu livro que já era bem extenso com seus 52 capítulos, para enfeixar cinco de seus capítulos como um livro em separado,chamando-o então de "Lamentações de Jeremias". É deste pequeno livro que vamos tirar a oração mais pungente.
"Tu, Senhor, permaneces eternamente; e o teu trono subsiste de geração em geração. Por que te esquecerias de nós para sempre? Por que nos desampararias por tanto tempo? Converte-nos a ti, Senhor, e seremos convertidos; renova os nossos dias como dantes; se é que não nos tens de todo rejeitado, se é que não estás sobremaneira irado contra nós." Lm 5.19-22
É triste verificar que a lamentação do profeta não tem segurança em seu clamor pela restauração. Ele reconhece a grandiosidade do Senhor, mas ao mesmo tempo lamenta o esquecimento e o desamparo em que ele deixou o seu povo. É real que ele deseja que o Senhor se converta a Israel (ou seja, volte novamente a amá-lo e protegê-lo), mas ao mesmo tempo deseja que Israel novamente se converta a Deus. A lamentação se torna dramática então, porque ao final do texto, verificamos que o seu pedido pela renovação do amor de Deus, está como que condicionado ao fato de que ele sente que o Senhor pode estar de todo "desencantado" com o seu povo, a ponto de reconhecer que o Pai pode ainda não voltar-se para Israel, por estar ainda rejeitando o seu povo e irado contra os seus reis e profetas. Triste constatação que leva o profeta a lamentar-se em seus escrito.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de tal obediência ao teu querer que eu jamais precise fazer orações de lamentação ao teu trono de graças.
sábado, 6 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - A oração de Davi: Confissão
A doutrina bíblica da oração
As mais belas orações da Bíblia
A oração de Davi: Confissão
Leitura diária: Salmo 32
Leitura da Bíblia em um ano: Isaías, capítulos 8, 9 e 10
Uma das mais dramáticas orações de confissão de pecados que temos na Palavra de Deus encontra-se registrada no Salmo 51, de Davi. Os profetas também têm muitos momentos em que confessam os pecados de Israel, e daí, a causa da degradação, da destruição e do exílio do povo de Deus. No entanto, no aspecto pessoal, parece-nos ser a confissão de Davi, única, a mais triste e dramática de todas. As orações dos profetas eram coletivas, expressando o pecado da nação, mas a de Davi, não! A oração de Davi é individual, íntima, pessoal. Ele não compartilha o seu pecado: "Contra ti, contra ti, somente, pequei" (Sl 51.4).
No entanto, esta oração tem uma cópia reduzida, mas também muito enfática.No Salmo 32, Davi antecipa sua confissão. Para alguns comentaristas pode ter sido em dois momentos diferentes, pois o rei-poeta fraquejou em outros fatos também, mas para a maioria, ambas se referem ao mais grave pecado de Davi:o que tentou contra a vida de Urias por ter adulterado com a sua mulher. O fato foi tão desgastante para o rei que ele em dois instantes diferentes, expressou o seu sentimento de confissão. Neste Salmo 32, embora menos lembrado do que o 51, as palavras de Davi são até um pouco mais expressivas, sobre o sentimento de culpa e de perdão que a confissão traz ao crente que fracassa:
"Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniquidade e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha inquidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado" Sl 32.1-5
Davi escreve sobre a bênção do crente que está em paz com o Senhor porque os seus pecados confessados foram perdoados. Escreve também sobre a tristeza que se abateu sobre ele quando pensava no que fizera e não buscara ainda o perdão do Senhor. É edificante verificar-se que no momento em que a confissão sincera se deu, o perdão foi outorgado por Deus. Pode ser assim conosco também.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de retidão e santidade que me faça evitar o pecado, mas que, se ele ocorrer, que eu não demore a pedir o teu perdão.
As mais belas orações da Bíblia
A oração de Davi: Confissão
Leitura diária: Salmo 32
Leitura da Bíblia em um ano: Isaías, capítulos 8, 9 e 10
Uma das mais dramáticas orações de confissão de pecados que temos na Palavra de Deus encontra-se registrada no Salmo 51, de Davi. Os profetas também têm muitos momentos em que confessam os pecados de Israel, e daí, a causa da degradação, da destruição e do exílio do povo de Deus. No entanto, no aspecto pessoal, parece-nos ser a confissão de Davi, única, a mais triste e dramática de todas. As orações dos profetas eram coletivas, expressando o pecado da nação, mas a de Davi, não! A oração de Davi é individual, íntima, pessoal. Ele não compartilha o seu pecado: "Contra ti, contra ti, somente, pequei" (Sl 51.4).
No entanto, esta oração tem uma cópia reduzida, mas também muito enfática.No Salmo 32, Davi antecipa sua confissão. Para alguns comentaristas pode ter sido em dois momentos diferentes, pois o rei-poeta fraquejou em outros fatos também, mas para a maioria, ambas se referem ao mais grave pecado de Davi:o que tentou contra a vida de Urias por ter adulterado com a sua mulher. O fato foi tão desgastante para o rei que ele em dois instantes diferentes, expressou o seu sentimento de confissão. Neste Salmo 32, embora menos lembrado do que o 51, as palavras de Davi são até um pouco mais expressivas, sobre o sentimento de culpa e de perdão que a confissão traz ao crente que fracassa:
"Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniquidade e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha inquidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado" Sl 32.1-5
Davi escreve sobre a bênção do crente que está em paz com o Senhor porque os seus pecados confessados foram perdoados. Escreve também sobre a tristeza que se abateu sobre ele quando pensava no que fizera e não buscara ainda o perdão do Senhor. É edificante verificar-se que no momento em que a confissão sincera se deu, o perdão foi outorgado por Deus. Pode ser assim conosco também.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de retidão e santidade que me faça evitar o pecado, mas que, se ele ocorrer, que eu não demore a pedir o teu perdão.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - A oração de Samuel: Proteção
A doutrina bíblica da oração
As mais belas orações da Bíblia
A oração de Samuel: Proteção
Leitura diária: 1Samuel 7.7-9
Leitura da Bíblia em um ano: Isaías, capítulos 5, 6 e 7
Uma das razões mais expressivas para a oração ao Senhor Deus é o apelo por proteção. Em todos os tempos, os servos do Senhor têm clamado a Deus quando necessitam de proteção. No passado bíblico temos inúmeros exemplos de orações por proteção e guarda. Os salmos estão repletos de apelos desta natureza... Os livros proféticos idem... Na vida de Samuel, o grande líder de Israel iniciante como nação, aquele que a um tempo só, foi juiz, sacerdote e rei, nós temos um exemplo de um momento assim, em que Israel teve que clamar por proteção.
Os tempos dos juízes sobre Israel, foram tempos muito difíceis, de muitos altos e baixos, tanto na vida política, quanto espiritual do povo de Israel. Foram aproximadamente 300 anos em que Israel oscilava entre um período de paz e de segurança, para outro de servidão e de opressão. Se tivemos um Gideão, uma Débora, um Sansão que levaram Israel a alguns anos de tranquilidade, tivemos inúmeros outros juízes que permitiram a vergonha e a escravidão para o povo de Deus. Samuel surge ao final desses quase 3 séculos para trazer pela primeira vez depois de Josué uma noção de unidade para Israel. A permanente luta contra os filisteus, vai fazer então, com que uma oração se faça a Deus pedindo a ele proteção:
"Quando os filisteus ouviram que os filhos de Israel estavam congregados em Mizpá, subiram os chefes dos filisteus contra Israel. Ao saberem disto os filhos de Israel, temeram por causa dos filisteus. Pelo que disseram a Samuel: Não cesses de clamar ao Senhor nosso Deus por nós, para que nos livre das mãos dos filisteus. Então tomou Samuel um cordeiro de mama, e o ofereceu inteiro em holocausto ao Senhor; e Samuel clamou ao Senhor por Israel, e o Senhor o atendeu." 1Sa 7.7-9
Assim é nos tempos de hoje. As intempéries da natureza nos atemorizam... A violência urbana nos amedronta... Os desmandos políticos e governamentais nos preocupam... O amanhã nos parece tenebroso... Pois bem, Samuel nos ensina o que fazer. Primeiro, oferecer a nossa vida em dádiva ao Senhor (naqueles tempos o holocausto com o cordeiro simbolizava isto) e, em segundo lugar, orar pedindo proteção. Observem que a oração não foi registrada, mas, simplesmente que ele "clamou ao Senhor... e o Senhor o atendeu". Isto ainda nos pode acontecer hoje.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de dependência da tua presença sobre mim, de maneira tal que eu possa sempre clamar por tua proteção e amparo ao meu viver.
As mais belas orações da Bíblia
A oração de Samuel: Proteção
Leitura diária: 1Samuel 7.7-9
Leitura da Bíblia em um ano: Isaías, capítulos 5, 6 e 7
Uma das razões mais expressivas para a oração ao Senhor Deus é o apelo por proteção. Em todos os tempos, os servos do Senhor têm clamado a Deus quando necessitam de proteção. No passado bíblico temos inúmeros exemplos de orações por proteção e guarda. Os salmos estão repletos de apelos desta natureza... Os livros proféticos idem... Na vida de Samuel, o grande líder de Israel iniciante como nação, aquele que a um tempo só, foi juiz, sacerdote e rei, nós temos um exemplo de um momento assim, em que Israel teve que clamar por proteção.
Os tempos dos juízes sobre Israel, foram tempos muito difíceis, de muitos altos e baixos, tanto na vida política, quanto espiritual do povo de Israel. Foram aproximadamente 300 anos em que Israel oscilava entre um período de paz e de segurança, para outro de servidão e de opressão. Se tivemos um Gideão, uma Débora, um Sansão que levaram Israel a alguns anos de tranquilidade, tivemos inúmeros outros juízes que permitiram a vergonha e a escravidão para o povo de Deus. Samuel surge ao final desses quase 3 séculos para trazer pela primeira vez depois de Josué uma noção de unidade para Israel. A permanente luta contra os filisteus, vai fazer então, com que uma oração se faça a Deus pedindo a ele proteção:
"Quando os filisteus ouviram que os filhos de Israel estavam congregados em Mizpá, subiram os chefes dos filisteus contra Israel. Ao saberem disto os filhos de Israel, temeram por causa dos filisteus. Pelo que disseram a Samuel: Não cesses de clamar ao Senhor nosso Deus por nós, para que nos livre das mãos dos filisteus. Então tomou Samuel um cordeiro de mama, e o ofereceu inteiro em holocausto ao Senhor; e Samuel clamou ao Senhor por Israel, e o Senhor o atendeu." 1Sa 7.7-9
Assim é nos tempos de hoje. As intempéries da natureza nos atemorizam... A violência urbana nos amedronta... Os desmandos políticos e governamentais nos preocupam... O amanhã nos parece tenebroso... Pois bem, Samuel nos ensina o que fazer. Primeiro, oferecer a nossa vida em dádiva ao Senhor (naqueles tempos o holocausto com o cordeiro simbolizava isto) e, em segundo lugar, orar pedindo proteção. Observem que a oração não foi registrada, mas, simplesmente que ele "clamou ao Senhor... e o Senhor o atendeu". Isto ainda nos pode acontecer hoje.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de dependência da tua presença sobre mim, de maneira tal que eu possa sempre clamar por tua proteção e amparo ao meu viver.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - A oração de Josué - Compreensão
A doutrina bíblica da oração
As mais belas orações da Bíblia
A oração de Josué - Compreensão
Leitura diária: Josué7.7-9
Leitura da Bíblia em um ano: Isaías, capítulos 2, 3 e 4
A oração de Josué, é a oração que todo crente deveria fazer diante de acontecimentos que não compreende ou não alcança.Muitas vezes, em nosso viver, enfrentamos diversas situações em que sentimos a mão de Deus nos conduzindo e guardando em tudo, quando repentinamente, algo contrário ou triste nos acomete, sem que possamos entender o "por que" de tal realidade.
Quando isto ocorre, devemos nos voltar primeiramente para os nossos passos, procurando ver onde falhamos contribuindo assim, para que tal nos acontecesse. Muitas vezes, porém, não é bem assim. Logo que o problema nos ocorre, voltamo-nos para o Senhor Deus e queremos saber dele, o "por que".Por que, Senhor isto nos sobreveio?
Foi mais ou menos isto que aconteceu com Josué. Depois da tremenda vitória que foi para ele substituir a Moisés, o grande líder, atravessar o Jordão da forma como o fêz, e conquistar Jericó, ser derrotado como o foi em Aí, representou uma triste e trágica realidade para ele e todo o povo de Deus, de forma que ele recorre a Deus querendo ter dele a resposta para a sua angústia e dúvida.
"E disse Josué: Ah! Senhor Deus! por que fizeste a este povo atravessar o Jordão, para nos entregares nas mãos dos amorreus, para nos fazeres perecer? Oxalá nos tivéssemos contentado em morarmos além do Jordão. Ah! Senhor! que direi, depois que Israel virou as costas diante dos seus inimigos? Pois os cananeus e todos os moradores da terra o ouvirão e, cercando-nos, exterminarão da terra o nosso nome; e então, que farás pelo teu grande nome?" Js 7.7-9
A dúvida de Josué diante do fato negativo, levou-o a falar com o Senhor. Não o levou a debater com os seus auxiliares mais diretos por que acontecera a derrota... Não o levou a cobrar de seus guerreiros a fuga covarde... Levou-o a indagar do Senhor, o "por que" de tal derrota. Em nossa vida, diante de situações assim incompreensíveis ao nosso entendimento, devemos ter a humildade de recorrer a Deus e saber dele a razão, e então, entendendo o "porque", sabermos dele o "para que", para iniciarmos assim a retomada. Foi isto que fez Josué!
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a sempre recorrer a ti, diante de situações que não compreenda ou alcance, de forma a poder assim empreender o meu novo caminho.
As mais belas orações da Bíblia
A oração de Josué - Compreensão
Leitura diária: Josué7.7-9
Leitura da Bíblia em um ano: Isaías, capítulos 2, 3 e 4
A oração de Josué, é a oração que todo crente deveria fazer diante de acontecimentos que não compreende ou não alcança.Muitas vezes, em nosso viver, enfrentamos diversas situações em que sentimos a mão de Deus nos conduzindo e guardando em tudo, quando repentinamente, algo contrário ou triste nos acomete, sem que possamos entender o "por que" de tal realidade.
Quando isto ocorre, devemos nos voltar primeiramente para os nossos passos, procurando ver onde falhamos contribuindo assim, para que tal nos acontecesse. Muitas vezes, porém, não é bem assim. Logo que o problema nos ocorre, voltamo-nos para o Senhor Deus e queremos saber dele, o "por que".Por que, Senhor isto nos sobreveio?
Foi mais ou menos isto que aconteceu com Josué. Depois da tremenda vitória que foi para ele substituir a Moisés, o grande líder, atravessar o Jordão da forma como o fêz, e conquistar Jericó, ser derrotado como o foi em Aí, representou uma triste e trágica realidade para ele e todo o povo de Deus, de forma que ele recorre a Deus querendo ter dele a resposta para a sua angústia e dúvida.
"E disse Josué: Ah! Senhor Deus! por que fizeste a este povo atravessar o Jordão, para nos entregares nas mãos dos amorreus, para nos fazeres perecer? Oxalá nos tivéssemos contentado em morarmos além do Jordão. Ah! Senhor! que direi, depois que Israel virou as costas diante dos seus inimigos? Pois os cananeus e todos os moradores da terra o ouvirão e, cercando-nos, exterminarão da terra o nosso nome; e então, que farás pelo teu grande nome?" Js 7.7-9
A dúvida de Josué diante do fato negativo, levou-o a falar com o Senhor. Não o levou a debater com os seus auxiliares mais diretos por que acontecera a derrota... Não o levou a cobrar de seus guerreiros a fuga covarde... Levou-o a indagar do Senhor, o "por que" de tal derrota. Em nossa vida, diante de situações assim incompreensíveis ao nosso entendimento, devemos ter a humildade de recorrer a Deus e saber dele a razão, e então, entendendo o "porque", sabermos dele o "para que", para iniciarmos assim a retomada. Foi isto que fez Josué!
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a sempre recorrer a ti, diante de situações que não compreenda ou alcance, de forma a poder assim empreender o meu novo caminho.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Um tempo já determinado
Apocalipse - O livro da Revelação
Uma mensagem para o fim dos tempos
Um tempo já determinado
Leitura diária: Daniel 8
Leitura da Bíblia em um ano: Isaías 17, 18 e 19
Nos capítulos 7 e 8 o profeta pela mão de Deus vê aquilo que se desenrolará para o mundo conhecido da época durante os quatro próximos séculos. A primeira visão é a de animais como o leão, o urso, o leopardo e um último com 10 chifres, são mais de uma vez os quatro reinos que preenchem o tempo interbíblico, o babilônico (com Nabucodonozor), o medo-persa (com Ciro), o grego (com Alexandre) e o romano (com os césares), daí talvez o "porque" dos dez chifres.
Mais uma vez, a profecia vem com a figura do ancião, simbolizando a pessoa do Senhor Deus, o Altíssimo, e do homem, apontando para o Filho de Deus, quando esses reinos perderão a sua força em favor do reino de Deus, que a todos suplantará.
No entanto, em meio a todo este misticismo e simbolismo, muitas de suas predições transcendem ao próprio tempo da Antiguidade e podem ser aplicadas aos finais dos tempos da humanidade sobre a terra. Por exemplo:
"... e disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira; pois isso pertence ao determinado tempo do fim." Dn 8.19
Uma das coisas que como crentes temos que ter consciência, é de que o Senhor já tem determinado em seu calendário, o tempo do fim. Nós não o sabemos. Cristo mesmo disse que nem ele, nem os anjos o sabiam, mas apenas o Pai. A data certa, o dia a acontecer, no tempo do Senhor Deus de todas as coisas já está definido. Resta apenas agora, que tudo chegue ao ponto que ele determinou em seu saber para que o momento se concretize.
É isto que ele está dizendo a Daniel, quando afirma "eu te farei saber o que há de acontecer no último tempo da justiça", é que, com a volta do Senhor, toda a justiça do Pai se cumprirá (o tempo da ira acima citado), e o reino eterno do Senhor será implantado. Como não sabemos quando isto ocorrerá, o que nos compete como crentes em Cristo, é vivermos de tal forma, que tal dia possa ocorrer hoje mesmo, pois para isto estaremos sempre preparados.
Oração para o dia:
Capacita-me, Senhor, a viver uma vida de tal forma santa e pura, que esteja sempre pronto e preparado para o dia da volta do teu Filho, Jesus.
Uma mensagem para o fim dos tempos
Um tempo já determinado
Leitura diária: Daniel 8
Leitura da Bíblia em um ano: Isaías 17, 18 e 19
Nos capítulos 7 e 8 o profeta pela mão de Deus vê aquilo que se desenrolará para o mundo conhecido da época durante os quatro próximos séculos. A primeira visão é a de animais como o leão, o urso, o leopardo e um último com 10 chifres, são mais de uma vez os quatro reinos que preenchem o tempo interbíblico, o babilônico (com Nabucodonozor), o medo-persa (com Ciro), o grego (com Alexandre) e o romano (com os césares), daí talvez o "porque" dos dez chifres.
Mais uma vez, a profecia vem com a figura do ancião, simbolizando a pessoa do Senhor Deus, o Altíssimo, e do homem, apontando para o Filho de Deus, quando esses reinos perderão a sua força em favor do reino de Deus, que a todos suplantará.
No entanto, em meio a todo este misticismo e simbolismo, muitas de suas predições transcendem ao próprio tempo da Antiguidade e podem ser aplicadas aos finais dos tempos da humanidade sobre a terra. Por exemplo:
"... e disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira; pois isso pertence ao determinado tempo do fim." Dn 8.19
Uma das coisas que como crentes temos que ter consciência, é de que o Senhor já tem determinado em seu calendário, o tempo do fim. Nós não o sabemos. Cristo mesmo disse que nem ele, nem os anjos o sabiam, mas apenas o Pai. A data certa, o dia a acontecer, no tempo do Senhor Deus de todas as coisas já está definido. Resta apenas agora, que tudo chegue ao ponto que ele determinou em seu saber para que o momento se concretize.
É isto que ele está dizendo a Daniel, quando afirma "eu te farei saber o que há de acontecer no último tempo da justiça", é que, com a volta do Senhor, toda a justiça do Pai se cumprirá (o tempo da ira acima citado), e o reino eterno do Senhor será implantado. Como não sabemos quando isto ocorrerá, o que nos compete como crentes em Cristo, é vivermos de tal forma, que tal dia possa ocorrer hoje mesmo, pois para isto estaremos sempre preparados.
Oração para o dia:
Capacita-me, Senhor, a viver uma vida de tal forma santa e pura, que esteja sempre pronto e preparado para o dia da volta do teu Filho, Jesus.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - A oração de Abraão: Petição
A doutrina bíblica da oração
As mais belas orações da Bíblia
A oração de Abraão: Petição
Leitura diária: Gênesis 18.23-33
Leitura da Bíblia em um ano: Cântico dos cânticos, capítulos 4, 5 e 6
Para finalizar o trimestre em que estudamos um dos mais profundos fundamentos que a Palavra de Deus nos oferece para o desenvolvimento da vida cristã, a doutrina da oração, vamos fazê-lo acrescentando um tema que não estava previsto originalmente em nosso plano de estudos.
Isto porque todos os nossos temas trimestrais são planejados para 13 domingos, que é a regra normal do nosso calendário gregoriano (Papa Gregório XIII, reformador do calendário romano - 1572/1585). No entanto, como de 7 em 7 anos, em geral, dependendo da incidência do ano bissexto, acontece um 14º domingo num trimestre, fomos abençoados com o acréscimo de mais uma semana no estudo deste tema, o que nos permitiu acrescentar esta lição, que, sem dúvida, vai encerrar o trimestre com muitas oportunidades para nossa reflexão e meditação.
Por certo, as mais belas orações da Bíblia irão nos trazer momentos de muita inspiração pelo que poderemos retirar de cada uma delas para nosso crescimento espiritual, a começar com esta de Abraão, que já comentamos resumidademente em determinado dia deste trimestre.
A oração de Abraão, registrada em Gênesis 18, é uma mensagem que nos evidencia a tentativa de intervenção de um ser humano num plano do Senhor, em que pela petição em favor dos habitantes de Sodoma e Gomorra, este servo de Deus nos ensina muito sobre o amor ao próximo:
"E chegando-se Abraão, disse: Destruirás também o justo com o ímpio? Se porventura houver cinquenta justos na cidade, destruirás e não pouparás o lugar por causa dos cinquenta justos que ali estão? Longe de que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio... Longe de ti! Não fará justiça, o Juiz de toda a terra? Então disse o Senhor: Se eu achar em Sodoma cinquenta justos dentro da cidade, pouparei o lugar todo por causa deles." Gn 18.23-26
E assim, Abraão vai orar por 45, 40, 30, 20 e 10 justos em Sodoma e Gomorra, chegando ao número em que o Senhor não mais o ouviu sequer. A oração de Abraão é uma dramática petição de um crente, por vidas que não lhe diziam respeito.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a lembrar dos meus amigos e parentes não crentes orando por eles e procurando trazê-los para a tua salvação.
As mais belas orações da Bíblia
A oração de Abraão: Petição
Leitura diária: Gênesis 18.23-33
Leitura da Bíblia em um ano: Cântico dos cânticos, capítulos 4, 5 e 6
Para finalizar o trimestre em que estudamos um dos mais profundos fundamentos que a Palavra de Deus nos oferece para o desenvolvimento da vida cristã, a doutrina da oração, vamos fazê-lo acrescentando um tema que não estava previsto originalmente em nosso plano de estudos.
Isto porque todos os nossos temas trimestrais são planejados para 13 domingos, que é a regra normal do nosso calendário gregoriano (Papa Gregório XIII, reformador do calendário romano - 1572/1585). No entanto, como de 7 em 7 anos, em geral, dependendo da incidência do ano bissexto, acontece um 14º domingo num trimestre, fomos abençoados com o acréscimo de mais uma semana no estudo deste tema, o que nos permitiu acrescentar esta lição, que, sem dúvida, vai encerrar o trimestre com muitas oportunidades para nossa reflexão e meditação.
Por certo, as mais belas orações da Bíblia irão nos trazer momentos de muita inspiração pelo que poderemos retirar de cada uma delas para nosso crescimento espiritual, a começar com esta de Abraão, que já comentamos resumidademente em determinado dia deste trimestre.
A oração de Abraão, registrada em Gênesis 18, é uma mensagem que nos evidencia a tentativa de intervenção de um ser humano num plano do Senhor, em que pela petição em favor dos habitantes de Sodoma e Gomorra, este servo de Deus nos ensina muito sobre o amor ao próximo:
"E chegando-se Abraão, disse: Destruirás também o justo com o ímpio? Se porventura houver cinquenta justos na cidade, destruirás e não pouparás o lugar por causa dos cinquenta justos que ali estão? Longe de que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio... Longe de ti! Não fará justiça, o Juiz de toda a terra? Então disse o Senhor: Se eu achar em Sodoma cinquenta justos dentro da cidade, pouparei o lugar todo por causa deles." Gn 18.23-26
E assim, Abraão vai orar por 45, 40, 30, 20 e 10 justos em Sodoma e Gomorra, chegando ao número em que o Senhor não mais o ouviu sequer. A oração de Abraão é uma dramática petição de um crente, por vidas que não lhe diziam respeito.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a lembrar dos meus amigos e parentes não crentes orando por eles e procurando trazê-los para a tua salvação.
domingo, 30 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Um final pedindo por santidade
A doutrina bíblica da oração
A oração - Sua realidade para o crente
Um final pedindo por santidade
Leitura diária: Mateus 6.13
Leitura da Bíblia em um ano: 1Timóteo, capítulos 1 a 5
O Senhor Jesus chega ao final da oração "modelo". Como ele começou recomendando que nós, crentes, devemos sempre consagrar ao nome do Pai toda a santidade que ele exige e espera de suas criaturas - "santificado seja o teu nome" - ele vai encerrar, recomendando que nós, os seus seguidores, devemos também buscar esta santidade divina em nosso viver.
Quando mencionamos acima "santidade divina", pode parecer um tanto estranho para alguns irmãos. Sim, santidade, é um padrão humano de vida.Ou seja, um viver separado, onde o crente procura traçar o seu dia-a-dia dentro de atitudes e procedimentos de honra, dignidade, pureza, integridade, enfim.Virtudes estas que o homem pode dimensionar, identificar e definir.
Agora, "santidade divina" é outra coisa. Muito superior, muito acima de nossas conjecturas e definições humanas. Santidade é o atributo por excelência de Deus. Nós, seres humanos, limitados que somos, ainda que possamos viver dentro de padrões da santidade humana, nunca poderemos imaginar o que seja real e efetivamente, a santidade de Deus.
Por isto o Senhor Jesus faz esta colocação da busca do crente pela santidade na vida, de maneira bem interessante, pois em vez de falar que "aspiremos a santidade", ou que, "santifiquemo-nos em nosso viver", ele parte para o lado oposto, isto é, o que o que o Senhor pode fazer por nós, para que não a percamos em nosso dia-a-dia:
"E não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal" Mt 6.13
E, assim, o Senhor encerra a sua oração modelo, chegando ao patamar de vida cristã que todo o crente deve buscar: a santidade de vida. A oração tem ainda um hino de louvor muito bonito, mas que não se encontra registrado nos manuscritos mais antigos: "Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre. Amém". Para a maioria dos comentaristas mais tradicionais, Cristo não teria pronunciado o "amém", porque estava em meio a um ensino sobre a oração e não fazendo uma oração propriamente dita, em um sermão que continuaria ainda a ser pregado.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a procurar a santidade em meu viver. Que eu não me deixe curvar às tentações que porventura me envolvam.
A oração - Sua realidade para o crente
Um final pedindo por santidade
Leitura diária: Mateus 6.13
Leitura da Bíblia em um ano: 1Timóteo, capítulos 1 a 5
O Senhor Jesus chega ao final da oração "modelo". Como ele começou recomendando que nós, crentes, devemos sempre consagrar ao nome do Pai toda a santidade que ele exige e espera de suas criaturas - "santificado seja o teu nome" - ele vai encerrar, recomendando que nós, os seus seguidores, devemos também buscar esta santidade divina em nosso viver.
Quando mencionamos acima "santidade divina", pode parecer um tanto estranho para alguns irmãos. Sim, santidade, é um padrão humano de vida.Ou seja, um viver separado, onde o crente procura traçar o seu dia-a-dia dentro de atitudes e procedimentos de honra, dignidade, pureza, integridade, enfim.Virtudes estas que o homem pode dimensionar, identificar e definir.
Agora, "santidade divina" é outra coisa. Muito superior, muito acima de nossas conjecturas e definições humanas. Santidade é o atributo por excelência de Deus. Nós, seres humanos, limitados que somos, ainda que possamos viver dentro de padrões da santidade humana, nunca poderemos imaginar o que seja real e efetivamente, a santidade de Deus.
Por isto o Senhor Jesus faz esta colocação da busca do crente pela santidade na vida, de maneira bem interessante, pois em vez de falar que "aspiremos a santidade", ou que, "santifiquemo-nos em nosso viver", ele parte para o lado oposto, isto é, o que o que o Senhor pode fazer por nós, para que não a percamos em nosso dia-a-dia:
"E não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal" Mt 6.13
E, assim, o Senhor encerra a sua oração modelo, chegando ao patamar de vida cristã que todo o crente deve buscar: a santidade de vida. A oração tem ainda um hino de louvor muito bonito, mas que não se encontra registrado nos manuscritos mais antigos: "Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre. Amém". Para a maioria dos comentaristas mais tradicionais, Cristo não teria pronunciado o "amém", porque estava em meio a um ensino sobre a oração e não fazendo uma oração propriamente dita, em um sermão que continuaria ainda a ser pregado.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a procurar a santidade em meu viver. Que eu não me deixe curvar às tentações que porventura me envolvam.
sábado, 29 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Uma oração pessoal
A doutrina bíblica da oração
A oração - Sua realidade para o crente
Uma oração pessoal
Leitura diária: Mateus 6.11,12
Leitura da Bíblia em um ano: Cântico dos cânticos, capítulos 1, 2 e 3
Cristo agora se volta para o lado material da vida. Até agora ele orou sobre temas de cunho espiritual, deixando para o final os assuntos que falam ao nosso viver material. Primeiramente, aborda o aspecto da sobrevivência física, a necessidade de alimento para o nosso corpo, e em segundo lugar se volta para o nosso relacionamento enquanto seres humanos.
Com esta dupla abrangência, o Senhor está abordando aquilo que basicamente constrói o bem estar de cada um de nós, enquanto criaturas de Deus.O ser humano precisa do alimento ao seu físico de forma que o seu corpo seja resistente aos anos que passam com a idade e às intempéries naturais da vida, gozando saúde e desfrutando de bem estar. Da mesma forma, o ser humano precisa de bem estar emocional e psíquico, para que possa viver em paz consigo mesmo e com os que o rodeam. Daí, a sua dupla oração:
"O pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores " Mt 6.11,12
Este "o pão nosso de cada dia", não quer dizer como alguns podem supor, uma referência apenas às três refeições diárias indispensáveis para a nutrição dos nossos corpos, mas sim, ao conforto de sentir-se o homem ao final do dia, assistido e abençoado pelo Pai. Este "pão" a que se refere o Senhor Jesus, não é apenas a quantidade diária de substâncias necessárias para o nosso corpo, mas também a quantidade de amor, de paz, de gozo que devemos ter, pois já nos disse o Senhor que "nem só de pão viverá o homem".
Por sua vez, este "perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores", não quer dizer que estamos pagando as nossas dívidas financeiras e também perdoando aqueles que as contraem conosco. Ele não está se referindo apenas aos empréstimos monetários que fazemos ou que concedemos, sendo perdoados em nossos débitos e perdoando aqueles contraidos por nossos próximos, mas sim, os nossos acertos e ajustes dos pecados que cometemos ou dos que nos atingem nos relacionamentos que mantemos com os que nos cercam.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de bem estar social, moral e espiritual, pela dependência com que a desenvolvo na dependência de teu amor.
A oração - Sua realidade para o crente
Uma oração pessoal
Leitura diária: Mateus 6.11,12
Leitura da Bíblia em um ano: Cântico dos cânticos, capítulos 1, 2 e 3
Cristo agora se volta para o lado material da vida. Até agora ele orou sobre temas de cunho espiritual, deixando para o final os assuntos que falam ao nosso viver material. Primeiramente, aborda o aspecto da sobrevivência física, a necessidade de alimento para o nosso corpo, e em segundo lugar se volta para o nosso relacionamento enquanto seres humanos.
Com esta dupla abrangência, o Senhor está abordando aquilo que basicamente constrói o bem estar de cada um de nós, enquanto criaturas de Deus.O ser humano precisa do alimento ao seu físico de forma que o seu corpo seja resistente aos anos que passam com a idade e às intempéries naturais da vida, gozando saúde e desfrutando de bem estar. Da mesma forma, o ser humano precisa de bem estar emocional e psíquico, para que possa viver em paz consigo mesmo e com os que o rodeam. Daí, a sua dupla oração:
"O pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores " Mt 6.11,12
Este "o pão nosso de cada dia", não quer dizer como alguns podem supor, uma referência apenas às três refeições diárias indispensáveis para a nutrição dos nossos corpos, mas sim, ao conforto de sentir-se o homem ao final do dia, assistido e abençoado pelo Pai. Este "pão" a que se refere o Senhor Jesus, não é apenas a quantidade diária de substâncias necessárias para o nosso corpo, mas também a quantidade de amor, de paz, de gozo que devemos ter, pois já nos disse o Senhor que "nem só de pão viverá o homem".
Por sua vez, este "perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores", não quer dizer que estamos pagando as nossas dívidas financeiras e também perdoando aqueles que as contraem conosco. Ele não está se referindo apenas aos empréstimos monetários que fazemos ou que concedemos, sendo perdoados em nossos débitos e perdoando aqueles contraidos por nossos próximos, mas sim, os nossos acertos e ajustes dos pecados que cometemos ou dos que nos atingem nos relacionamentos que mantemos com os que nos cercam.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de bem estar social, moral e espiritual, pela dependência com que a desenvolvo na dependência de teu amor.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Duas petições - Um resultado
A doutrina bíblica da oração
A oração - Sua realidade para o crente
Duas petições - Um resultado
Leitura diária: Mateus 6.10
Leitura da Bíblia em um ano: Eclesiastes, capítulos 10, 11 e 12
Nesta segunda frase da oração, o Senhor Jesus nos apresenta dois pedidos.
Aparentemente podemos ver até três petições:
1) Venha o teu reino;
2) Seja feita a tua vontade;
3) Assim na terra como no céu.
Na verdade, não são três, nem duas petições, mas uma apenas. Isto porque, o pedido para "que venha o teu reino", encerra em seu conteúdo os dois outros pedidos conjuntamente. Sim, porque não podemos pensar no reino de Deus sendo instaurado sem que a vontade dele esteja sendo feita, isto na terra, já que no céu ela impera absoluta, real e total.
O que ele acha que nós os crentes devemos pedir sempre é que o reino de Deus se implante em nosso viver terreno. Ou seja, ele está falando da antecipação do reino de Deus que se exerce infinita e eternamente nos céus, já aqui na terra, pelo nosso viver santo e separado, com o império dos frutos do Espírito no lar, na família, na igreja, no trabalho: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, e domínio próprio.
"Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu" Mt 6.10
Para aqueles que podem achar que estamos pedindo algo impossível, basta ler o que Cristo nos ensina, respondendo a alguns fariseus, em Lucas 17.20,21: "Sendo Jesus interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, respondeu-lhes: O reino de Deus não vem com aparência exterior; nem dirão: Ei-lo aqui! ou: Ei-lo ali! pois o reino de Deus está dentro de vós."
Assim, ele está nos dizendo que de nada adianta à sua igreja pregar o
Evangelho para expandir o reino de Deus, se este reino já não
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de retidão em meu viver em sociedade e de sujeição a ti em meu viver espiritual, de forma que o teu reino chegue ao meu interior.
A oração - Sua realidade para o crente
Duas petições - Um resultado
Leitura diária: Mateus 6.10
Leitura da Bíblia em um ano: Eclesiastes, capítulos 10, 11 e 12
Nesta segunda frase da oração, o Senhor Jesus nos apresenta dois pedidos.
Aparentemente podemos ver até três petições:
1) Venha o teu reino;
2) Seja feita a tua vontade;
3) Assim na terra como no céu.
Na verdade, não são três, nem duas petições, mas uma apenas. Isto porque, o pedido para "que venha o teu reino", encerra em seu conteúdo os dois outros pedidos conjuntamente. Sim, porque não podemos pensar no reino de Deus sendo instaurado sem que a vontade dele esteja sendo feita, isto na terra, já que no céu ela impera absoluta, real e total.
O que ele acha que nós os crentes devemos pedir sempre é que o reino de Deus se implante em nosso viver terreno. Ou seja, ele está falando da antecipação do reino de Deus que se exerce infinita e eternamente nos céus, já aqui na terra, pelo nosso viver santo e separado, com o império dos frutos do Espírito no lar, na família, na igreja, no trabalho: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, e domínio próprio.
"Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu" Mt 6.10
Para aqueles que podem achar que estamos pedindo algo impossível, basta ler o que Cristo nos ensina, respondendo a alguns fariseus, em Lucas 17.20,21: "Sendo Jesus interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, respondeu-lhes: O reino de Deus não vem com aparência exterior; nem dirão: Ei-lo aqui! ou: Ei-lo ali! pois o reino de Deus está dentro de vós."
Assim, ele está nos dizendo que de nada adianta à sua igreja pregar o
Evangelho para expandir o reino de Deus, se este reino já não
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de retidão em meu viver em sociedade e de sujeição a ti em meu viver espiritual, de forma que o teu reino chegue ao meu interior.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Uma oração modelo
A doutrina bíblica da oração
A oração - Sua realidade para o crente
Uma oração modelo
Leitura diária: Mateus 6.9
Leitura da Bíblia em um ano: Ecelsiastes, capítulos 7, 8 e 9
O texto que começamos a ler hoje, passou a ser chamado conforme o subtítulo acima nos indica de "a oração modelo". Este título deve ser entendido de acordo com o significado da palavra "modelo" como nos definem os melhores dicionários:
- representação em escala reduzida de algo (um objeto, uma estátua, um navio, por exemplo). No caso, "representação em escala reduzida" de uma oração.
Sim, porque Cristo não nos estava querendo ensinar a transformar estas palavras em uma prece a ser repetida sempre como uma "reza". Isto contrariaria, toda a sua exposição inicial quando por duas vezes recriminou: primeiro, as "vãs repetições" e depois, o "muito falar".
O que ele estava ensinando aos seus seguidores é que determinados temas ou assuntos, devem estar presentes sempre em nossas orações. Ou seja, basicamente, uma oração deve abranger tais assuntos pelo que representam ou significam na vida do crente. Logo no início, ele apresenta dois deles:
"Portanto, orai vós deste modo:Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome" Mt 6.9
Sim, primeiro o reconhecimento da soberania do Senhor Deus. Esta expressão "Pai nosso que estás nos céus", quer expressar a grandeza do Senhor Deus. A magnificência que o Filho confere ao Pai, iniciando a sua oração modelo com tal menção, é uma indicação para os seus discípulos do grau de bênção e de graça que temos como simples criaturas humanas de podermos nos dirigir ao Criador de todas as coisas, direta e pessoalmente como se fôssemos iguais a ele.
Em segundo lugar, Cristo ressalta a necessidade de exaltar a santidade desse Deus. Este "santificado seja o seu nome", quer dizer para nós, discípulos, que nunca devemos pronunciar o nome do Senhor em vão, mas sim, sempre, numa atitude de respeito e elevada consideração ao Deus que é Santo.
Será que hoje quando oramos, temos esta percepção do Deus altíssimo e santo?
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a dirigir-me sempre a ti com toda a reverência que mereces, reconhecendo a minha pequenez diante de tua santidade.
A oração - Sua realidade para o crente
Uma oração modelo
Leitura diária: Mateus 6.9
Leitura da Bíblia em um ano: Ecelsiastes, capítulos 7, 8 e 9
O texto que começamos a ler hoje, passou a ser chamado conforme o subtítulo acima nos indica de "a oração modelo". Este título deve ser entendido de acordo com o significado da palavra "modelo" como nos definem os melhores dicionários:
- representação em escala reduzida de algo (um objeto, uma estátua, um navio, por exemplo). No caso, "representação em escala reduzida" de uma oração.
Sim, porque Cristo não nos estava querendo ensinar a transformar estas palavras em uma prece a ser repetida sempre como uma "reza". Isto contrariaria, toda a sua exposição inicial quando por duas vezes recriminou: primeiro, as "vãs repetições" e depois, o "muito falar".
O que ele estava ensinando aos seus seguidores é que determinados temas ou assuntos, devem estar presentes sempre em nossas orações. Ou seja, basicamente, uma oração deve abranger tais assuntos pelo que representam ou significam na vida do crente. Logo no início, ele apresenta dois deles:
"Portanto, orai vós deste modo:Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome" Mt 6.9
Sim, primeiro o reconhecimento da soberania do Senhor Deus. Esta expressão "Pai nosso que estás nos céus", quer expressar a grandeza do Senhor Deus. A magnificência que o Filho confere ao Pai, iniciando a sua oração modelo com tal menção, é uma indicação para os seus discípulos do grau de bênção e de graça que temos como simples criaturas humanas de podermos nos dirigir ao Criador de todas as coisas, direta e pessoalmente como se fôssemos iguais a ele.
Em segundo lugar, Cristo ressalta a necessidade de exaltar a santidade desse Deus. Este "santificado seja o seu nome", quer dizer para nós, discípulos, que nunca devemos pronunciar o nome do Senhor em vão, mas sim, sempre, numa atitude de respeito e elevada consideração ao Deus que é Santo.
Será que hoje quando oramos, temos esta percepção do Deus altíssimo e santo?
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a dirigir-me sempre a ti com toda a reverência que mereces, reconhecendo a minha pequenez diante de tua santidade.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Uma resposta antecipada
A doutrina bíblica da oração
A oração - Sua realidade para o crente
Uma resposta antecipada
Leitura diária: Mateus 6.8
Leitura da Bíblia em um ano: Eclesiastes, capítulos 4, 5 e 6
Cristo prossegue o seu ensino, trazendo para todos os seus discípulos, uma palavra que nos aponta algo muito significativo sobre o poder da onisciência do Pai. De forma bem objetiva o que ele quer indicar para os seus seguidores,complementando o que ditou no versículo anterior, é que não é pelo muito repetir a sua prece que suas orações serão, afinal, ouvidas pelo Senhor. Sim, não precisa insistir porque antes mesmo que apresente sua petição, uma, duas, ou mais vezes, o Pai já sabe aquilo que de que precisamos e que rogamos a ele.
- O que ele está nos apontando é que antes que Abraão orasse em Moriá, o Senhor já sabia que ele precisava de um cordeiro para substituir a Isaque...
- O que ele está nos indicando é que antes que Moisés orasse no monte em Refidim, ele estava providenciando a vitória de Josué sobre Amaleque...
- O que ele está nos orientando é que antes que Samuel orasse em Mizpá, ele estava levando Israel à vitória sobre os filisteus.
Corroborando este ensino, Daniel vai orar em Babilônia e, diz-nos a Palavra de Deus que, enquanto ele ainda orava, eis que o anjo do Senhor veio ao seu encontro e lhe falou que "no princípio das tuas súplicas, saiu a ordem", para que o profeta entendesse a visão que lhe fora antecipada pelo Senhor e agora explicada pelo anjo.
Por isso tudo, o Senhor Jesus ensina agora aos seus discípulos na nova era do relacionamento do Pai com os seus filhos:
"Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes" Mt 6.8
Sim, porque não precisamos nos assemelhar aos que clamam repetidas vezes para termos nossas orações ouvidas pelo Pai. Ele conhece o nosso sentimento e a nossa necessidade antes que os manifestemos a ele. Este ensinamento do Senhor deve ser objeto de muita consideração por parte da igreja moderna... Sim, porque é uma das práticas comuns de muitas igrejas hoje, a realização de jornadas de oração, a pretexto de um motivo maior ou especial. Lembremos: o Senhor sabe!
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a orar sempre com fé, sabendo que se o meu pedido é justo e coerente com a tua vontade, não será pelo muito pedir que será ele atendido.
A oração - Sua realidade para o crente
Uma resposta antecipada
Leitura diária: Mateus 6.8
Leitura da Bíblia em um ano: Eclesiastes, capítulos 4, 5 e 6
Cristo prossegue o seu ensino, trazendo para todos os seus discípulos, uma palavra que nos aponta algo muito significativo sobre o poder da onisciência do Pai. De forma bem objetiva o que ele quer indicar para os seus seguidores,complementando o que ditou no versículo anterior, é que não é pelo muito repetir a sua prece que suas orações serão, afinal, ouvidas pelo Senhor. Sim, não precisa insistir porque antes mesmo que apresente sua petição, uma, duas, ou mais vezes, o Pai já sabe aquilo que de que precisamos e que rogamos a ele.
- O que ele está nos apontando é que antes que Abraão orasse em Moriá, o Senhor já sabia que ele precisava de um cordeiro para substituir a Isaque...
- O que ele está nos indicando é que antes que Moisés orasse no monte em Refidim, ele estava providenciando a vitória de Josué sobre Amaleque...
- O que ele está nos orientando é que antes que Samuel orasse em Mizpá, ele estava levando Israel à vitória sobre os filisteus.
Corroborando este ensino, Daniel vai orar em Babilônia e, diz-nos a Palavra de Deus que, enquanto ele ainda orava, eis que o anjo do Senhor veio ao seu encontro e lhe falou que "no princípio das tuas súplicas, saiu a ordem", para que o profeta entendesse a visão que lhe fora antecipada pelo Senhor e agora explicada pelo anjo.
Por isso tudo, o Senhor Jesus ensina agora aos seus discípulos na nova era do relacionamento do Pai com os seus filhos:
"Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes" Mt 6.8
Sim, porque não precisamos nos assemelhar aos que clamam repetidas vezes para termos nossas orações ouvidas pelo Pai. Ele conhece o nosso sentimento e a nossa necessidade antes que os manifestemos a ele. Este ensinamento do Senhor deve ser objeto de muita consideração por parte da igreja moderna... Sim, porque é uma das práticas comuns de muitas igrejas hoje, a realização de jornadas de oração, a pretexto de um motivo maior ou especial. Lembremos: o Senhor sabe!
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a orar sempre com fé, sabendo que se o meu pedido é justo e coerente com a tua vontade, não será pelo muito pedir que será ele atendido.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - A doutrina bíblica da oração
A doutrina bíblica da oração
A oração - Sua realidade para o crente
Uma orientação fundamental
Leitura diária: Mateus 6.7
Leitura da Bíblia em um ano: Eclesiastes, capítulos 1, 2 e 3
O Senhor Jesus, vai logo no início do seu ensino sobre a oração, dar aos seus discípulos, uma orientação fundamental no sentido de que ela seja, realmente, um momento de integração entre o Pai e os seus filhos. Para que esta relação se efetive é necessário que haja da parte do filho, uma espontaneidade e naturalidade muito grandes no se expressar.
Os judeus, desde os tempos de Moisés, passaram a temer o Senhor, não no sentido positivo do verbo - temer como respeito e acatamento - mas sim, com o significado negativo dele, que é ter medo, voltar-se para trás, fugir da presença.Com isto, o corpo sacerdotal vai ser instituído, e a casa levítica vai estabelecer todo um ritual para que o homem comum pudesse se aproximar de Deus. Este tipo de religiosidade indireta, se impôs no passado mais longínquo, sendo que até os ritos pagãos a praticavam, tendo os seus sacerdotes e a recitação de preces votivas.
Daí, a palavra de Cristo. Tanto judeus, como os gentios que se aproximavam dele no início de seu ministério terreno, tinham como prática normal, a recitação de suas preces que eram repetidas em monótono cantochão. A igreja cristã primitiva, depois de sua oficialização no quarto século de nossa era, vai herdar esta prática que não é aceita ou aprovada por Cristo em seu ensinamento no sermão da montanha:
"E, orando, não useis de vãs repetições,como os gentios; porque pensam que por seu muito falar serão ouvidos" Mt 6.8
Sim, não precisamos repetir a mesma oração muitas vezes... Não precisamos usar frases decoradas... Nem mesmo fazer da oração chamada modelo, uma recitação 5, 10 ou 100 vezes... Não pensem que por esta causa, sua oração ou o seu sentimento serão transmitidos ao trono de graças do Senhor... Não é esta repetição, nem a intensidade com que é recitada que abrirão o acesso ao Pai.
O que leva a oração ao trono de graças do Senhor, é a fé com que é pronunciada no silêncio de seu aposento. Que, como crentes desses novos tempos que o Senhor Jesus iniciou, estejamos eu e você, a falar e ouvir com o nosso Pai.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a ter momentos de intimidade contigo, onde com naturalidade falo contigo e procuro sentir a tua resposta para mim.
A oração - Sua realidade para o crente
Uma orientação fundamental
Leitura diária: Mateus 6.7
Leitura da Bíblia em um ano: Eclesiastes, capítulos 1, 2 e 3
O Senhor Jesus, vai logo no início do seu ensino sobre a oração, dar aos seus discípulos, uma orientação fundamental no sentido de que ela seja, realmente, um momento de integração entre o Pai e os seus filhos. Para que esta relação se efetive é necessário que haja da parte do filho, uma espontaneidade e naturalidade muito grandes no se expressar.
Os judeus, desde os tempos de Moisés, passaram a temer o Senhor, não no sentido positivo do verbo - temer como respeito e acatamento - mas sim, com o significado negativo dele, que é ter medo, voltar-se para trás, fugir da presença.Com isto, o corpo sacerdotal vai ser instituído, e a casa levítica vai estabelecer todo um ritual para que o homem comum pudesse se aproximar de Deus. Este tipo de religiosidade indireta, se impôs no passado mais longínquo, sendo que até os ritos pagãos a praticavam, tendo os seus sacerdotes e a recitação de preces votivas.
Daí, a palavra de Cristo. Tanto judeus, como os gentios que se aproximavam dele no início de seu ministério terreno, tinham como prática normal, a recitação de suas preces que eram repetidas em monótono cantochão. A igreja cristã primitiva, depois de sua oficialização no quarto século de nossa era, vai herdar esta prática que não é aceita ou aprovada por Cristo em seu ensinamento no sermão da montanha:
"E, orando, não useis de vãs repetições,como os gentios; porque pensam que por seu muito falar serão ouvidos" Mt 6.8
Sim, não precisamos repetir a mesma oração muitas vezes... Não precisamos usar frases decoradas... Nem mesmo fazer da oração chamada modelo, uma recitação 5, 10 ou 100 vezes... Não pensem que por esta causa, sua oração ou o seu sentimento serão transmitidos ao trono de graças do Senhor... Não é esta repetição, nem a intensidade com que é recitada que abrirão o acesso ao Pai.
O que leva a oração ao trono de graças do Senhor, é a fé com que é pronunciada no silêncio de seu aposento. Que, como crentes desses novos tempos que o Senhor Jesus iniciou, estejamos eu e você, a falar e ouvir com o nosso Pai.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a ter momentos de intimidade contigo, onde com naturalidade falo contigo e procuro sentir a tua resposta para mim.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - A oração como ato pessoal
A doutrina bíblica da oração
A oração - Sua realidade para o crente
A oração como ato pessoal
Leitura diária: Mateus 6.6
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 29, 30 e 31
Durante esta semana vamos meditar em como a oração deve ser praticada pelo crente em seu viver nos tempos presentes. Como eu e você devemos proceder para expressar em nossos dias, uma verdadeira vida de oração, isto é, termos a oração como um ato pessoal em nosso relacionamento com o Pai.
Temos visto até aqui como esta relação do homem com o seu Criador se desenvolveu desde o passado mais distante. Temos visto também como o ser humano foi atravessando a barreira que o separava do Senhor e impedia o seu acesso direto a ele. Aliás, esta barreira foi estabelecida pelo próprio homem com os seus ritos e formalismos, distanciando-se daquele diálogo pessoal que o Senhor desejava estabelecer com a sua criatura por excelência desde o Éden.
A verdade é que o Senhor desejava realmente relacionar-se em intimidade com a sua criatura. O fato de toda a tarde vir ao encontro de Adão no Jardim, evidencia claramente isto. Mesmo, depois da queda, ele ainda desejava esta proximidade, indo ao encontro de Caim e dialogando com ele, mesmo após ter ele morto a seu irmão.
Cristo, em seu sermão da montanha, confirma esta intenção de intimidade do diálogo do Pai com os seus filhos. O conselho dele é um convite à intimidade pessoal e próxima. Vejam que ele deseja que o ser humano se isole do seu próximo, para em segredo, ou seja, secretamente, só em seu quarto, busque o Pai, que também, em segredo estará junto a ele, como podemos ler:
"Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e seu Pai, que vê em secreto, te responderá" Mt 6.6
Assim é que eu e você devemos proceder. Mesmo que durante o dia tenhamos orado junto aos familiares na hora das refeições, junto a outros colegas crentes em momentos de trabalho ou de entretenimento, junto aos nossos irmãos em culto na igreja, o Senhor deseja que estejamos a sós com ele. É a oração pessoal, individual, vis-à-vis ou face-a-face, como se diz. É a confidenciabilidade absoluta do meu e do seu coração, com o Pai de nossa vida.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a ter prazer e alegria em poder encerrar o meu dia, colocando-me na tua presença para falar e ouvir.
A oração - Sua realidade para o crente
A oração como ato pessoal
Leitura diária: Mateus 6.6
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 29, 30 e 31
Durante esta semana vamos meditar em como a oração deve ser praticada pelo crente em seu viver nos tempos presentes. Como eu e você devemos proceder para expressar em nossos dias, uma verdadeira vida de oração, isto é, termos a oração como um ato pessoal em nosso relacionamento com o Pai.
Temos visto até aqui como esta relação do homem com o seu Criador se desenvolveu desde o passado mais distante. Temos visto também como o ser humano foi atravessando a barreira que o separava do Senhor e impedia o seu acesso direto a ele. Aliás, esta barreira foi estabelecida pelo próprio homem com os seus ritos e formalismos, distanciando-se daquele diálogo pessoal que o Senhor desejava estabelecer com a sua criatura por excelência desde o Éden.
A verdade é que o Senhor desejava realmente relacionar-se em intimidade com a sua criatura. O fato de toda a tarde vir ao encontro de Adão no Jardim, evidencia claramente isto. Mesmo, depois da queda, ele ainda desejava esta proximidade, indo ao encontro de Caim e dialogando com ele, mesmo após ter ele morto a seu irmão.
Cristo, em seu sermão da montanha, confirma esta intenção de intimidade do diálogo do Pai com os seus filhos. O conselho dele é um convite à intimidade pessoal e próxima. Vejam que ele deseja que o ser humano se isole do seu próximo, para em segredo, ou seja, secretamente, só em seu quarto, busque o Pai, que também, em segredo estará junto a ele, como podemos ler:
"Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e seu Pai, que vê em secreto, te responderá" Mt 6.6
Assim é que eu e você devemos proceder. Mesmo que durante o dia tenhamos orado junto aos familiares na hora das refeições, junto a outros colegas crentes em momentos de trabalho ou de entretenimento, junto aos nossos irmãos em culto na igreja, o Senhor deseja que estejamos a sós com ele. É a oração pessoal, individual, vis-à-vis ou face-a-face, como se diz. É a confidenciabilidade absoluta do meu e do seu coração, com o Pai de nossa vida.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a ter prazer e alegria em poder encerrar o meu dia, colocando-me na tua presença para falar e ouvir.
domingo, 23 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Uma oração do povo que teme ao Senhor
A doutrina bíblica da oração
A ministério da oração em sua vida
Uma oração do povo que teme ao Senhor
Leitura diária: Salmo 149
Leitura da Bíblia em um ano: 1Tessalonicenses 4e5 e 2Tessalonicenses 1a3
O último salmo da Bíblia é uma apologia ao próprio livro. É um salmo que celebra tudo aquilo que foi feito e escrito nos 149 capítulos anteriores. Porém, antes de encerrar-se o livro, seu compilador nos trouxe um salmo que é como uma oração de louvor de um povo que teme ao Senhor e que lhe é fiel.
Temos que compreender que todo o livro de Salmos é uma oração ao Senhor.Uma oração em 150 capítulos. Não há uma narrativa ou registro histórico, a não ser aqueles que podemos abstrair do conteúdo ou das citações feitas, motivando o louvor ou a gratidão que o salmo expressa.
Neste entendimento, os salmos expressam com suas mensagens orações em geral: de louvor, de gratidão, de apelo, de lamentação, de confissão, de vitória, e mesmo de imprecação, aqueles que rogam pela derrota dos adversários.
Por esta causa é que no estudo da doutrina da oração a que estamos nos dedicando neste trimestre, colocamos estes sete salmos como exemplos da oração na minha vida e na sua vida, orações, enfim, para os nossos dias. Seria bom, que tal como o livro, a nossa vida fosse também uma vida em oração como o salmista que louva ao Senhor por isto:
- Todos os crentes devem louvar ao Senhor: "Cantai ao Senhor um cântico novo, e o seu louvor na assembléia dos santos"...
- Todos os crentes devem alegrar-se com o Senhor: "Alegre-se Israel naquele que o fez... regozijem-se os filhos de Sião... cantem-lhe louvores"...
- Todos os crentes são motivos de alegria para o Senhor: "Porque o Senhor se agrada do seu povo... ele adorna os mansos com a salvação..."
- Todos os que crêem exultam sob o governo do Senhor: "Exultem de glória os santos... cantem de alegria nos seus leitos..."
Assim vivendo, estaremos fazendo de nossa vida, uma vida de oração.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a cultivar em meu viver, o momento de oração. Que eu nunca adormeça, sem antes ter tido o meu momento a sós contigo.
A ministério da oração em sua vida
Uma oração do povo que teme ao Senhor
Leitura diária: Salmo 149
Leitura da Bíblia em um ano: 1Tessalonicenses 4e5 e 2Tessalonicenses 1a3
O último salmo da Bíblia é uma apologia ao próprio livro. É um salmo que celebra tudo aquilo que foi feito e escrito nos 149 capítulos anteriores. Porém, antes de encerrar-se o livro, seu compilador nos trouxe um salmo que é como uma oração de louvor de um povo que teme ao Senhor e que lhe é fiel.
Temos que compreender que todo o livro de Salmos é uma oração ao Senhor.Uma oração em 150 capítulos. Não há uma narrativa ou registro histórico, a não ser aqueles que podemos abstrair do conteúdo ou das citações feitas, motivando o louvor ou a gratidão que o salmo expressa.
Neste entendimento, os salmos expressam com suas mensagens orações em geral: de louvor, de gratidão, de apelo, de lamentação, de confissão, de vitória, e mesmo de imprecação, aqueles que rogam pela derrota dos adversários.
Por esta causa é que no estudo da doutrina da oração a que estamos nos dedicando neste trimestre, colocamos estes sete salmos como exemplos da oração na minha vida e na sua vida, orações, enfim, para os nossos dias. Seria bom, que tal como o livro, a nossa vida fosse também uma vida em oração como o salmista que louva ao Senhor por isto:
- Todos os crentes devem louvar ao Senhor: "Cantai ao Senhor um cântico novo, e o seu louvor na assembléia dos santos"...
- Todos os crentes devem alegrar-se com o Senhor: "Alegre-se Israel naquele que o fez... regozijem-se os filhos de Sião... cantem-lhe louvores"...
- Todos os crentes são motivos de alegria para o Senhor: "Porque o Senhor se agrada do seu povo... ele adorna os mansos com a salvação..."
- Todos os que crêem exultam sob o governo do Senhor: "Exultem de glória os santos... cantem de alegria nos seus leitos..."
Assim vivendo, estaremos fazendo de nossa vida, uma vida de oração.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a cultivar em meu viver, o momento de oração. Que eu nunca adormeça, sem antes ter tido o meu momento a sós contigo.
sábado, 22 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Uma oração que abrange o universo
A doutrina bíblica da oração
A ministério da oração em sua vida
Uma oração que abrange o universo
Leitura diária: Salmo 148
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 26, 27 e 28
O salmista que escreveu este capítulo, numa época desconhecida para nós, foi realmente inspirado pelo Senhor Deus. Num tempo, sem dúvida, em que o conhecimento da natureza seria bem pouco difundido e, que principalmente, a noção da criação de Deus seria muito limitada, ele consegue com extrema beleza de linguagem e com grande detalhamento de fenômenos naturais, tecer uma oração de louvor que abrange todo o universo.
Interessante em que ao tempo em que escrevemos esta meditação, cientistas e físicos na Europa, com base na Suiça, estão desenvolvendo experiências no sentido de descobrir por meio de um acelerador nuclear, uma velocidade superior à da luz, cerca de 300 mil quilômetros por segundo, chamando esta experiência de a descoberta da "partícula de Deus", ou seja, aquele algo mais que a Ciência humana não explica e que só o reconhecimento da existência de algo sobrenatural ou divino, poderia explicar.
O nosso salmista, na simplicidade de suas palavras, há cerca de 3 mil anos, já reconhecia isto, como podemos ler:
- Vejam que ele coloca em seu painel de louvor, aquilo que é espiritual:
"Louvem ao Senhor desde o céu, louvai-o nas alturas! Louvai-o todos os seus anjos; Louvai-o todas as suas hostes".
- Depois de estabelecer o limite acima da capacidade humana, o espiritual,
ele passa a falar daquilo que é visível aos olhos humanos: "Louvai-o sol e lua... estrelas luzentes... céus dos céus... as águas que estão sobre os céus... porque ele deu ordem e logo foram criados... ele os estabeleceu e lhes fixou um limite que nenhum deles ultrapassará".
- Para a seguir mencionar as criaturas estranhas e os fenômenos climáticos desta criação divina: "Louvai-o, vós, monstros marinhos e todos os abismos, fogo e saraiva, neve e vapor, vento tempestuoso... montes e árvores frutíferas... feras e todo o gado... répteis e aves voadoras".
- Chegando, finalmente, à sua criatura por excelência: "Reis, povos,príncipes e juízes, mancebos e donzelas, velhos e crianças!... Louvem eles o nome do Senhor, pois ele é excelso para sempre." - Ou seja tudo aquilo que a Ciência tenta comprovar por sua lógica e cálculo, o salmista já descobriu.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a observar a natureza e retirar dela motivações especiais para os meus momentos de oração na tua presença.
A ministério da oração em sua vida
Uma oração que abrange o universo
Leitura diária: Salmo 148
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 26, 27 e 28
O salmista que escreveu este capítulo, numa época desconhecida para nós, foi realmente inspirado pelo Senhor Deus. Num tempo, sem dúvida, em que o conhecimento da natureza seria bem pouco difundido e, que principalmente, a noção da criação de Deus seria muito limitada, ele consegue com extrema beleza de linguagem e com grande detalhamento de fenômenos naturais, tecer uma oração de louvor que abrange todo o universo.
Interessante em que ao tempo em que escrevemos esta meditação, cientistas e físicos na Europa, com base na Suiça, estão desenvolvendo experiências no sentido de descobrir por meio de um acelerador nuclear, uma velocidade superior à da luz, cerca de 300 mil quilômetros por segundo, chamando esta experiência de a descoberta da "partícula de Deus", ou seja, aquele algo mais que a Ciência humana não explica e que só o reconhecimento da existência de algo sobrenatural ou divino, poderia explicar.
O nosso salmista, na simplicidade de suas palavras, há cerca de 3 mil anos, já reconhecia isto, como podemos ler:
- Vejam que ele coloca em seu painel de louvor, aquilo que é espiritual:
"Louvem ao Senhor desde o céu, louvai-o nas alturas! Louvai-o todos os seus anjos; Louvai-o todas as suas hostes".
- Depois de estabelecer o limite acima da capacidade humana, o espiritual,
ele passa a falar daquilo que é visível aos olhos humanos: "Louvai-o sol e lua... estrelas luzentes... céus dos céus... as águas que estão sobre os céus... porque ele deu ordem e logo foram criados... ele os estabeleceu e lhes fixou um limite que nenhum deles ultrapassará".
- Para a seguir mencionar as criaturas estranhas e os fenômenos climáticos desta criação divina: "Louvai-o, vós, monstros marinhos e todos os abismos, fogo e saraiva, neve e vapor, vento tempestuoso... montes e árvores frutíferas... feras e todo o gado... répteis e aves voadoras".
- Chegando, finalmente, à sua criatura por excelência: "Reis, povos,príncipes e juízes, mancebos e donzelas, velhos e crianças!... Louvem eles o nome do Senhor, pois ele é excelso para sempre." - Ou seja tudo aquilo que a Ciência tenta comprovar por sua lógica e cálculo, o salmista já descobriu.
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a observar a natureza e retirar dela motivações especiais para os meus momentos de oração na tua presença.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Uma oração de louvor e gratidão
A doutrina bíblica de oração
A ministério da oração em sua vida
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 23, 24 e 25
Leitura diária: Salmo 147
Já mencionamos nesta semana que a gratidão não pode faltar em nossas orações. Aliás, o simples ato de podermos orar, já se apresenta como um motivo de gratidão ao Senhor. Afinal de contas, quem somos nós, míseros mortais, para aspirarmos falar com Deus, o Senhor dos senhores? No entanto, ele não atenta para a nossa pequenez e nos ouve, nos atende, vem ao nosso encontro.
Porém, sem saber qual deva ser o primeiro motivo de oração, vemos que o louvor também tem que estar presente em todas as nossas orações.Mais ou menos dentro do mesmo sofisma "quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha?", temos que nos colocar como crentes em Cristo em face da oração da mesma forma: O que fazer primeiro: Louvar ou agradecer?... Agradecer ou louvar?...O que vem primeiro?
Não importa a ordem. O que deve ficar claro é que ambos os sentimentos têm que estar sempre presentes em nossas orações. Uma coisa leva a outra. Se louvamos é porque temos motivos de gratidão... Se agradecemos é porque temos motivos de louvor. O salmista vai nos fazer entender isto:
- Este é mais um salmo que começa com um convite ao louvor: "Louvai ao Senhor; porque é bom cantar louvores ao nosso Deus; pois isso é agradável, e honrado é o louvor."
- O Senhor vem ao encontro de nossas necessidades, merecendo portanto, a nossa gratidão por tais bênçãos: " ele sara os quebrantados de coração, e cura-lhes as feridas."
- O salmista nos ensina que devemos louvar ao Senhor, pois: "Grande é o nosso Senhor, e de grande poder; não há limite ao seu entendimento."
- O salmista nos mostra o quanto isto é importante, juntando essas duas motivações em um só versículo: "Cantai ao Senhor em ação de graças; com a harpa cantai louvores ao nosso Deus."
- E, para tornar mais íntima e pessoal esta realidade da interação entre o louvor e a gratidão, o salmista ainda nos leva a lembrar que o Senhor Deus, o Senhor dos senhores, se agrada da minha e da sua pessoa: "O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade."
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a manifestar em minhas orações todo o meu espírito de louvor e todo o meu sentimento de gratidão por tua bênção sobre mim.
A ministério da oração em sua vida
Uma oração de louvor e gratidão
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 23, 24 e 25
Leitura diária: Salmo 147
Já mencionamos nesta semana que a gratidão não pode faltar em nossas orações. Aliás, o simples ato de podermos orar, já se apresenta como um motivo de gratidão ao Senhor. Afinal de contas, quem somos nós, míseros mortais, para aspirarmos falar com Deus, o Senhor dos senhores? No entanto, ele não atenta para a nossa pequenez e nos ouve, nos atende, vem ao nosso encontro.
Porém, sem saber qual deva ser o primeiro motivo de oração, vemos que o louvor também tem que estar presente em todas as nossas orações.Mais ou menos dentro do mesmo sofisma "quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha?", temos que nos colocar como crentes em Cristo em face da oração da mesma forma: O que fazer primeiro: Louvar ou agradecer?... Agradecer ou louvar?...O que vem primeiro?
Não importa a ordem. O que deve ficar claro é que ambos os sentimentos têm que estar sempre presentes em nossas orações. Uma coisa leva a outra. Se louvamos é porque temos motivos de gratidão... Se agradecemos é porque temos motivos de louvor. O salmista vai nos fazer entender isto:
- Este é mais um salmo que começa com um convite ao louvor: "Louvai ao Senhor; porque é bom cantar louvores ao nosso Deus; pois isso é agradável, e honrado é o louvor."
- O Senhor vem ao encontro de nossas necessidades, merecendo portanto, a nossa gratidão por tais bênçãos: " ele sara os quebrantados de coração, e cura-lhes as feridas."
- O salmista nos ensina que devemos louvar ao Senhor, pois: "Grande é o nosso Senhor, e de grande poder; não há limite ao seu entendimento."
- O salmista nos mostra o quanto isto é importante, juntando essas duas motivações em um só versículo: "Cantai ao Senhor em ação de graças; com a harpa cantai louvores ao nosso Deus."
- E, para tornar mais íntima e pessoal esta realidade da interação entre o louvor e a gratidão, o salmista ainda nos leva a lembrar que o Senhor Deus, o Senhor dos senhores, se agrada da minha e da sua pessoa: "O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade."
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a manifestar em minhas orações todo o meu espírito de louvor e todo o meu sentimento de gratidão por tua bênção sobre mim.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - Uma oração realista
A doutrina bíblica da oração
A ministério da oração em sua vida
Uma oração realista
Leitura diária: Salmo 146
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 20, 21 e 22
Uma das coisas que não pode faltar em nossas orações é o reconhecimento de nossa fragilidade humana. Deveríamos sempre lembrar que sem Deus, nada seríamos. É ele que nos cria, nos sustém, nos dá ânimo e saúde. Se não fora pelo amor dele, o homem não teria subsistido a todas as intempéries que enfrentou desde que criado por ele, dele se afastou.
No mundo de hoje, o homem está querendo se tornar um super-homem.Os cursos de auto-ajuda, os seminários de auto-afirmação, e outras práticas profissionais estão aí, para empurrar o ser humano para uma atmosfera de independência total, como se fôssemos invencíveis.Como crentes sabemos que esta não é a nossa realidade. Embora possamos ter uma estrutura emocional forte e bem cuidada, devemos lembrar sempre que tudo isto pode ser derrubado de um momento para o outro, por causa de um acidente repentino, uma enfermidade surpreendente, um fato novo que derruba a nossa resistência.
Devemos ser realistas em nossas orações, abrindo o nosso coração para o Senhor e dando a ele o louvor de corações gratos por sua fidelidade em nos preservar e guardar. O salmista nos ensina a como orar com tal sentimento:
- Diante da fraqueza humana que ele sustém, cantemos como salmista: "Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus
enquanto viver."
- Em face da falsidade humana que nos engana, o salmista nos aconselha: "Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há auxílio."
- Reconhecendo os perigos a que estamos expostos neste mundo, devemos lembrar o que o salmista nos recomenda: "Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está no Senhor seu Deus."
- Quando a depressão parece tomar conta de nosso coração, recorramos a Deus, como o salmo nos orienta: "O Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor levanta os abatidos; o Senhor ama os justos."
- Em face da dúvida sobre o dia de amanhã, da incerteza sobre o porvir, tenhamos a confiança do salmista: "O Senhor reinará eternamente; o teu Deus, ó Sião, reinará por todas as gerações. Louvai ao Senhor!
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a depender sempre de ti em meu viver. Que eu não superestime nem subestime o meu valor pessoal, mas que reconheça o teu poder.
A ministério da oração em sua vida
Uma oração realista
Leitura diária: Salmo 146
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 20, 21 e 22
Uma das coisas que não pode faltar em nossas orações é o reconhecimento de nossa fragilidade humana. Deveríamos sempre lembrar que sem Deus, nada seríamos. É ele que nos cria, nos sustém, nos dá ânimo e saúde. Se não fora pelo amor dele, o homem não teria subsistido a todas as intempéries que enfrentou desde que criado por ele, dele se afastou.
No mundo de hoje, o homem está querendo se tornar um super-homem.Os cursos de auto-ajuda, os seminários de auto-afirmação, e outras práticas profissionais estão aí, para empurrar o ser humano para uma atmosfera de independência total, como se fôssemos invencíveis.Como crentes sabemos que esta não é a nossa realidade. Embora possamos ter uma estrutura emocional forte e bem cuidada, devemos lembrar sempre que tudo isto pode ser derrubado de um momento para o outro, por causa de um acidente repentino, uma enfermidade surpreendente, um fato novo que derruba a nossa resistência.
Devemos ser realistas em nossas orações, abrindo o nosso coração para o Senhor e dando a ele o louvor de corações gratos por sua fidelidade em nos preservar e guardar. O salmista nos ensina a como orar com tal sentimento:
- Diante da fraqueza humana que ele sustém, cantemos como salmista: "Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus
enquanto viver."
- Em face da falsidade humana que nos engana, o salmista nos aconselha: "Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há auxílio."
- Reconhecendo os perigos a que estamos expostos neste mundo, devemos lembrar o que o salmista nos recomenda: "Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está no Senhor seu Deus."
- Quando a depressão parece tomar conta de nosso coração, recorramos a Deus, como o salmo nos orienta: "O Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor levanta os abatidos; o Senhor ama os justos."
- Em face da dúvida sobre o dia de amanhã, da incerteza sobre o porvir, tenhamos a confiança do salmista: "O Senhor reinará eternamente; o teu Deus, ó Sião, reinará por todas as gerações. Louvai ao Senhor!
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a depender sempre de ti em meu viver. Que eu não superestime nem subestime o meu valor pessoal, mas que reconheça o teu poder.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
MEDITAÇÕES DIÁRIAS - A providência de Deus sendo lembrada na oração
A doutrina bíblica da oração
A ministério da oração em sua vida
A providência de Deus sendo lembrada na oração
Leitura diária: Salmo 145
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 17, 18 e 19
Dada a evolução técnica e científica que a humanidade adquiriu, o ser humano passa a não ver mais a mão de Deus em tudo que o cerca.
- Atribui a luz elétrica à Thomaz Edson, o mago que a desenvolveu...
- O telefone a Graham Bell que o concebeu...
- A penicilina ao Dr. Fleming que a inventou...
- A erradicação da paralísia infantil ao Dr. Salk...
E assim vão se esquecendo da presença de Deus em tudo isto, desconhecendo que esses nomes, como milhares de outros inventores, foram apenas meros instrumentos dentro do plano da providência de Deus para o bem-estar da sua criatura humana. Mais uma vez, Davi vai nos fazer lembrar e pensar em como o dedo de Deus se faz presente em tudo que nos cerca e nos conduz hoje.
- Vendo essas maravilhas que acima mencionamos, podemos exclamar como Davi: "Grande é o Senhor, e mui digno de ser louvado; e a sua grandeza
é insondável."
- Como Davi, deveríamos passar para os nossos filhos este sentimento de apreciação inaudita pela providência divina: "Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciará os teus atos poderosos."
- Como o salmista deveríamos refletir um pouco mais quando contemplamos a beleza desta natureza: "Na magnificência gloriosa da tua majestade e nas
tuas obras maravilhosas meditarei;
- Olhando para os descaminhos desta humanidade, deveríamos como Davi meditar um pouco na paciência do Senhor para com o homem: "Bondoso e
compassivo é o Senhor, tardio em irar-se, e de grande benignidade."
- Diante dos cataclismas climáticos que anunciam que o fim está próximo, devemos pensar como o salmista: "O teu reino é um reino eterno; o teu domínio dura por todas as gerações." Finalmente, para nos dar segurança num mundo que se esfacela, oremos tendo a certeza do salmista:
"Perto está o Senhor de todos os que o invocam,
de todos os que o invocam em verdade."
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de oração onde a cada dia eu agradeça o teu amor providencial para comigo e para com os meus queridos.
A ministério da oração em sua vida
A providência de Deus sendo lembrada na oração
Leitura diária: Salmo 145
Leitura da Bíblia em um ano: Provérbios, capítulos 17, 18 e 19
Dada a evolução técnica e científica que a humanidade adquiriu, o ser humano passa a não ver mais a mão de Deus em tudo que o cerca.
- Atribui a luz elétrica à Thomaz Edson, o mago que a desenvolveu...
- O telefone a Graham Bell que o concebeu...
- A penicilina ao Dr. Fleming que a inventou...
- A erradicação da paralísia infantil ao Dr. Salk...
E assim vão se esquecendo da presença de Deus em tudo isto, desconhecendo que esses nomes, como milhares de outros inventores, foram apenas meros instrumentos dentro do plano da providência de Deus para o bem-estar da sua criatura humana. Mais uma vez, Davi vai nos fazer lembrar e pensar em como o dedo de Deus se faz presente em tudo que nos cerca e nos conduz hoje.
- Vendo essas maravilhas que acima mencionamos, podemos exclamar como Davi: "Grande é o Senhor, e mui digno de ser louvado; e a sua grandeza
é insondável."
- Como Davi, deveríamos passar para os nossos filhos este sentimento de apreciação inaudita pela providência divina: "Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciará os teus atos poderosos."
- Como o salmista deveríamos refletir um pouco mais quando contemplamos a beleza desta natureza: "Na magnificência gloriosa da tua majestade e nas
tuas obras maravilhosas meditarei;
- Olhando para os descaminhos desta humanidade, deveríamos como Davi meditar um pouco na paciência do Senhor para com o homem: "Bondoso e
compassivo é o Senhor, tardio em irar-se, e de grande benignidade."
- Diante dos cataclismas climáticos que anunciam que o fim está próximo, devemos pensar como o salmista: "O teu reino é um reino eterno; o teu domínio dura por todas as gerações." Finalmente, para nos dar segurança num mundo que se esfacela, oremos tendo a certeza do salmista:
"Perto está o Senhor de todos os que o invocam,
de todos os que o invocam em verdade."
Oração para o dia:
Conduz-me, Senhor, a uma vida de oração onde a cada dia eu agradeça o teu amor providencial para comigo e para com os meus queridos.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)









