III – Quem buscar o Reino entrará nas bodas (Mateus 25.1-10):
1. O subtítulo diz: entrará nas bodas. Mas o texto explica que não se entra de qualquer jeito, de qualquer maneira. O texto ensina que não se deve dormir ‘no ponto’ e deixar passar do tempo e da hora.
2. E o noivo está demorando... e aí, todas caíram no sono (v.5). Nenhum problema. A crítica da parábola não está no sono das virgens, mas no desleixo, no descaso, na imprudência de cinco delas.
3. O noivo tardou, mas veio. Não é assim que à vezes pensamos também? Que o noivo está demorando muito?
4. Quando o noivo chegou surpreendeu a todas, mas cinco estavam com as suas lâmpadas devidamente preparadas; estas puderam entrar para as bodas “e fechou-se a porta”.
5. Mas as outras cinco, que fizeram pouco caso do compromisso, chegaram ‘mais tarde’. Elas deixaram passar o tempo e a hora. Aí, não adiantou chorar o azeite derramado! O noivo disse que não queria as suas companhias (v.12).
6. Quem buscar primeiro o Reino entrará nas bodas, então tudo será só alegria (Ler Apocalipse 19. 6-9).
CONCLUSÃO
Que possamos deixar Deus trabalhar as áreas que exigem renúncias de nossa parte. Que saibamos valorizar a nova família que passamos a fazer parte quando entramos no Reino. Que nunca nos esqueçamos do que Jesus ensinou aos discípulos e a todos nós: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mateus 25.13).
segunda-feira, 16 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Este é mais um make of de Relationchips
Quem não conhece aquela(e) namorada(o) ciumenta(o) que não ‘larga do pé’?
“O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz incovenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.“(ICorintios 13:4-6)
O amor não é baseado no ciumes obssessivo e controle exagerado, mas na confiança, respeito e fidelidade, pense nisso…
Quem não conhece aquela(e) namorada(o) ciumenta(o) que não ‘larga do pé’?
“O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz incovenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.“(ICorintios 13:4-6)
O amor não é baseado no ciumes obssessivo e controle exagerado, mas na confiança, respeito e fidelidade, pense nisso…
SÍNDROME NAAMÃ - parte 1 - 1/4
Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Naamã? Você já deve ter escutado muitas vezes falar em síndrome. Síndrome de Down, de Asperger, de Estocolmo, de Marfan, de Parkinson, de Peter Pan, de Tourette, entre outras. Mas você sabe o que é uma síndrome?
Síndrome é um conjunto de sinais e sintomas que caracterizam uma doença ou condição de saúde, ou seja, as características que definem um tipo de doença e a diferenciam de outras.
O que seria então essa tal Síndrome de Naamã? Na Bíblia Sagrada ficamos sabendo quem era Naamã: “Naamã, capitão do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu Senhor, e de muito respeito; porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; e era este homem herói valoroso, porém leproso” (2 Reis 5.1). Até aqui a única enfermidade em Naamã que a Bíblia nos registra é a lepra: “herói valoroso, porém leproso”.
Como poderemos diagnosticar a síndrome de Naamã? Tudo começou em sua casa, quando “...saíram tropas da Síria, da terra de Israel, e levaram presa uma menina que ficou ao serviço da mulher de Naamã. E disse esta à sua senhora: Antes o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra” (2 Reis 5.2-3).
Naamã fez exatamente como a menina havia dito a sua senhora. Foi ter com Eliseu para ver se ficaria curado da lepra. Logo percebemos que Naamã além de leproso, sofria de uma outra síndrome, que decidimos chamar de Síndrome de Naamã. Os primeiros sintomas desta doença foram diagnosticados nele.
Quando Naamã recebeu as orientações espirituais para que fosse curado de sua lepra, e percebeu que elas não vieram através da pessoa que ele esperava e no formato que ele achava, logo tornou evidentes os sintomas: “Porém, Naamã muito se indignou (indignação), e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo (solilóquio – o hábito de falar sozinho): Certamente ele sairá, por-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso (frustração)” (2 Reis 5.11).
As coisas não foram do jeito que ele esperava, e nem tão pouco através da pessoa que ele queria que fosse. Pronto! Lá está ela, evidente; Síndrome de Naamã. Se a lepra, ou hanseníase, que é uma doença infecciosa que afeta a pele e nervos periféricos, hoje tem tratamento mais que adequado, por outro lado, a Síndrome de Naamã está em franco crescimento. Tem muita gente sofrendo desse mal. Morrendo espiritualmente a cada dia, pois não conseguem aceitar que as coisas de Deus são do jeito dele e não do nosso.
Síndrome é um conjunto de sinais e sintomas que caracterizam uma doença ou condição de saúde, ou seja, as características que definem um tipo de doença e a diferenciam de outras.
O que seria então essa tal Síndrome de Naamã? Na Bíblia Sagrada ficamos sabendo quem era Naamã: “Naamã, capitão do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu Senhor, e de muito respeito; porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; e era este homem herói valoroso, porém leproso” (2 Reis 5.1). Até aqui a única enfermidade em Naamã que a Bíblia nos registra é a lepra: “herói valoroso, porém leproso”.
Como poderemos diagnosticar a síndrome de Naamã? Tudo começou em sua casa, quando “...saíram tropas da Síria, da terra de Israel, e levaram presa uma menina que ficou ao serviço da mulher de Naamã. E disse esta à sua senhora: Antes o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra” (2 Reis 5.2-3).
Naamã fez exatamente como a menina havia dito a sua senhora. Foi ter com Eliseu para ver se ficaria curado da lepra. Logo percebemos que Naamã além de leproso, sofria de uma outra síndrome, que decidimos chamar de Síndrome de Naamã. Os primeiros sintomas desta doença foram diagnosticados nele.
Quando Naamã recebeu as orientações espirituais para que fosse curado de sua lepra, e percebeu que elas não vieram através da pessoa que ele esperava e no formato que ele achava, logo tornou evidentes os sintomas: “Porém, Naamã muito se indignou (indignação), e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo (solilóquio – o hábito de falar sozinho): Certamente ele sairá, por-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso (frustração)” (2 Reis 5.11).
As coisas não foram do jeito que ele esperava, e nem tão pouco através da pessoa que ele queria que fosse. Pronto! Lá está ela, evidente; Síndrome de Naamã. Se a lepra, ou hanseníase, que é uma doença infecciosa que afeta a pele e nervos periféricos, hoje tem tratamento mais que adequado, por outro lado, a Síndrome de Naamã está em franco crescimento. Tem muita gente sofrendo desse mal. Morrendo espiritualmente a cada dia, pois não conseguem aceitar que as coisas de Deus são do jeito dele e não do nosso.
Buscai primeiro o Reino de Deus - parte 2 - 2/3
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Boletim Semanal nº 17/17 - Domingo, 15 de abril de 2012.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
BUSCAI PRIMEIRO O REINO DE DEUS – Parte 1 - 1/3
“Buscai primeiro o Reino de Deus”. É o conselho de Jesus; é a vontade de Jesus. É uma palavra para os discípulos, que talvez, ainda não tinham entendido as características e exigências do Reino. Para os discípulos, Jesus ensina que o Reino deve fazer parte integrante das suas petições: “venha o teu Reino”. Houve um tempo que Deus reinou em Israel, mas o povo decidiu pedir um rei. Então, Israel não estava ouvindo algo que eles mesmos não experimentaram.
O que se apresentou como novo foi a forma do Reino: é o Reino pela palavra (Luc 4.43); é o Reino que liberta (Mat 12.28); há uma percepção toda especial que se exige dos candidatos ao Reino (Mat 18.1-4). Para Nicodemos Jesus ensinou que é preciso nascer de novo para fazer parte do Reino (João 3.3). Nicodemos não entendeu nada, e 'viajou'... (v.4). Jesus fez Nicodemos pôr os pés no chão (v.5). O Reino é um bem especial para os humildes de espírito (Mat 5.3); o Reino é o bem dos que são perseguidos porque são crentes (Mat 5.10). Jesus tinha apenas um conselho para os discípulos: Buscai primeiro o Reino de Deus.
I – Quem buscar o Reino deve saber renunciar (Mateus 8.18-22)
1. A proposta é renunciar. Um escriba queria seguir Jesus, mas devia saber que a coisa não seria tão confortável, como talvez, ele estivesse acostumado. Jesus não diz não ao escriba, apenas diz como as coisas serão de fato (v.19,20).
2. Mesmo nos parecendo insensível da parte de Jesus, a urgência da hora não permitia a participação em um velório (ou luto) de vários dias. Vejam: “O luto é estabelecido por etapas: a primeira etapa (Shivá), dura sete dias e é considerada a etapa mais intensa, na qual a pessoa tem o direito de recolher-se com sua família. A Segunda etapa (Shloshim), que dura trinta dias, tem a finalidade de estabelecer um período maior para a elaboração do luto. Já a terceira etapa, tem a duração de um ano e é designada, principalmente, para os filhos que perderam seus pais. Enfim, o luto judaico é caracterizado por fases que favorecem a expressão da dor, a elaboração da morte e, por fim, a volta do enlutado à vida da comunidade” (Internet). Não sei se Jesus teria que esperar tanto tempo; só sei que Ele não podia (v.22).
3. A renúncia é parte integrante dos quesitos para fazer parte do Reino. Muitos não entram de vez no Reino porque ficam velando os seus mortos. Velando as suas antigas fotos.
4. Quem buscar o Reino deve estar pronto para renunciar o que for necessário.
O que se apresentou como novo foi a forma do Reino: é o Reino pela palavra (Luc 4.43); é o Reino que liberta (Mat 12.28); há uma percepção toda especial que se exige dos candidatos ao Reino (Mat 18.1-4). Para Nicodemos Jesus ensinou que é preciso nascer de novo para fazer parte do Reino (João 3.3). Nicodemos não entendeu nada, e 'viajou'... (v.4). Jesus fez Nicodemos pôr os pés no chão (v.5). O Reino é um bem especial para os humildes de espírito (Mat 5.3); o Reino é o bem dos que são perseguidos porque são crentes (Mat 5.10). Jesus tinha apenas um conselho para os discípulos: Buscai primeiro o Reino de Deus.
I – Quem buscar o Reino deve saber renunciar (Mateus 8.18-22)
1. A proposta é renunciar. Um escriba queria seguir Jesus, mas devia saber que a coisa não seria tão confortável, como talvez, ele estivesse acostumado. Jesus não diz não ao escriba, apenas diz como as coisas serão de fato (v.19,20).
2. Mesmo nos parecendo insensível da parte de Jesus, a urgência da hora não permitia a participação em um velório (ou luto) de vários dias. Vejam: “O luto é estabelecido por etapas: a primeira etapa (Shivá), dura sete dias e é considerada a etapa mais intensa, na qual a pessoa tem o direito de recolher-se com sua família. A Segunda etapa (Shloshim), que dura trinta dias, tem a finalidade de estabelecer um período maior para a elaboração do luto. Já a terceira etapa, tem a duração de um ano e é designada, principalmente, para os filhos que perderam seus pais. Enfim, o luto judaico é caracterizado por fases que favorecem a expressão da dor, a elaboração da morte e, por fim, a volta do enlutado à vida da comunidade” (Internet). Não sei se Jesus teria que esperar tanto tempo; só sei que Ele não podia (v.22).
3. A renúncia é parte integrante dos quesitos para fazer parte do Reino. Muitos não entram de vez no Reino porque ficam velando os seus mortos. Velando as suas antigas fotos.
4. Quem buscar o Reino deve estar pronto para renunciar o que for necessário.
ABRIL - Mês da Escola Bíblica Dominical
Conhecer algum membro que só vai para igreja assistir ao culto é fácil, infelizmente. O resultado da ausência na EBD ou da falta de Escolas Bíblicas fortes, são irmãos despreparados que cometem erros sobre coisas simples e primordiais ensinadas por Deus de forma clara na Bíblia. É na EDB que toda a igreja tem a possibilidade de desenvolver seu conhecimento bíblico, ter voz ativa para discutir cada versículo bíblico, usar todas as ferramentas necessárias e disponíveis para o melhor aprendizado da Palavra e discutir as linhas de pensamentos e traduções. A EBD é tão importante dentro da comunidade cristã, quanto o louvor e a mensagem do pastor. Mas é na EBD que qualquer pessoa tem a liberdade de parar a mensagem para perguntar o que não foi compreendido, ou apresentar uma segunda opinião. A EBD é o primeiro passo para o crescimento espiritual de todo um conjunto, nesse caso, a igreja. E é porque faz parte do crescimento espiritual, que é necessário uma atenção especial para as literaturas escolhidas para estudo. Estar de acordo com a Bíblia é primordial, mas também escolher uma revista que o tema central faça parte do momento espiritual vivido pela igreja, também é importante. Procure pesquisar as opções de literatura e tome cuidado para não escolher um estudo fraco, que não acrescente. E assim também deve ser o preparo e escolha dos professores. Chega de encaixar pessoas para assumirem os cargos apenas porque essas são pontuais, firmes e constantes. Precisamos de líderes que tenham essas características também, mas acima de tudo, de líderes que tenham sede da Palavra de Deus. Pessoas que buscam o conhecimento e se preocupem pela formação de outros líderes. Ore, como igreja, para que o próprio Deus levante mensageiros da tua Palavra. Pessoas estas que se dediquem no preparo do ensino, pessoas que se preocupam em fazer a diferença. O desafio de qualquer ser humano é deixar seus pecados e seguir uma vida íntegra, viver uma constância diante de tudo o que lhe é ensinado. Mas é justamente por isso que a EBD não tem um fim, como a escola, a faculdade, a pós graduação. A Escola Bíblica é feita durante toda uma vida, porque a Palavra é viva e sempre traz uma nova visão pela fé. Isso também, porque qualquer servo do Senhor convive com a sua natureza humana e precisa estar saber como lhe dar com as crises durante a vida. Como o apóstolo Paulo descreveu: “Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço. Mas, se faço o que não quero, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz” (Rom 7.19-20). Se você deseja ser sábio e ter uma vida constantemente íntegra, mas olha para a Escola Bíblica como mais um evento da igreja, entenda que ela é a escola do saber de Deus. Uma escola que está preocupa com quem você foi, com o que você é e com o que você será. Discuta, participe, compartilhe os pensamentos de Deus através desta escola. |
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Boletim culto 08/04/2012
Queridos amigos e irmãos, caso queiram uma copia completa do boletim, e só solicitar pelo e-mail : tibi_itaperuna@hotmail.com, que logo que recebermos a solicitação, enviaremos.
O meu talento (O que posso fazer pela minha igreja ?)
Como diz o texto de Êxodo 31.1-6, o próprio Senhor capacitou alguns com “destreza, habilidade e plena capacidade artística”. Se você acha que Deus não te ofertou com nenhum talento, ore nesse momento e peça a Deus que te revele qual é o seu dom. Pare de pedir ao Senhor determinado talento achando que este é importante no reino de Deus. O mais importante é você entender que o próprio Deus te escolheu para desenvolver uma missão e por isso derramou o Espírito Santo sobre a sua vida, te dando um talento e não é qualquer talento é “O” talento. “Disse então o Senhor a Moisés: ‘Eu escolhi Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o enchi do Espírito de Deus, dando-lhe destreza, habilidade e plena capacidade artística para desenhar e executar trabalhos em ouro, prata e bronze, para talhar e esculpir pedras, para entalhar madeira e executar todo tipo de obra artesanal. Além disso, designei Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, para auxiliá-lo. Também capacitei todos os artesãos para que executem tudo o que lhe ordenei”, Êxodo 31.1-6. |
100 DIAS QUE IMPACTARÃO O BRASIL
A Junta de Missões Nacionais mobiliza todos os batistas brasileiros para uma campanha que fará diferença no país. A primeira etapa deste impacto é a união das igrejas batistas para vigílias de oração. Contagie os seus irmãos para que a sua igreja Seja Luz.
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